Apresentação

Faz tempo em que a base para se estabelecer relações comerciais reduzia-se à troca de mercadorias essenciais: um peixe por um punhado de sal. Hoje, a experiência comercial ampara-se em trocas muito mais complexas, com papéis e procedimentos rigorosamente definidos. Enquanto o mercado evolui, algumas empresas insistem em permanecerem na época do escambo. Estabelecer troca de informação e conhecimento entre consumidores e o mercado é a finalidade desse blog. A Comunicação e a Palavra - munidas da força e alcance da Internet - como elemento de transformação e positivação das práticas comerciais.


terça-feira, 25 de setembro de 2007

HIPERCAR – 16 ANOS MANDANDO O CLIENTE TOMAR NO C.....

Tem gente que é médico, advogado, gari, funcionário público, político ou vendedor de carro. Não importa o status da profissão, tem que fazer a coisa com amor, com carinho, competência e ética. Do contrário, experiência acumulada pode ser um mero exemplo de desperdício de tempo.

É com a boca cheia de ofensa e o peito estufado de arrogância que o auto-intitulado-vulgo SAMUCA – vendedor de carros da HIPERCAR, loja da Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, recorre aos “16 anos de praça” como certificado de competência e justificativa para agir de má fé e agredir verbalmente um potencial cliente. Atitude como essa, além de desqualificar profissionais sérios que existem no mercado, coloca em jogo a credibilidade da empresa, que mantém na sua linha de frente, um funcionário sem preparo para negociar de forma civilizada, ou ao menos respeitosa com seus clientes.

Há realmente inúmeros profissionais sérios nesse ramo. Eles conhecem a fundo os conceitos básicos das relações comerciais, sabem como lidar com pessoas e da importância de se estabelecer relações mais consistentes e duradouras com o mercado. É dessa forma que se constrói a credibilidade de marca; aos poucos, com muito esforço, empenho, seriedade, compromisso ético e respeito ao consumidor.

Cada vez que SAMUCA manda um cliente “tomar no c....”, desconsidera todos os princípios básicos do marketing, destrói qualquer impressão positiva do negócio que representa e acumula pontos negativos para a imagem da HIPERCAR. Demonstra que não sabe que uma negociação jamais se finda no fechamento, seja ele terminado em compra ou não. Dizem por ai, que não existe coisa pior que propaganda negativa feita de boca-a-boca. Principalmente, quando o potencial cliente lesado e agredido verbalmente sabe como usar as palavras e possui os canais certos para fazer a informação fluir nos meios de comunicação disponíveis.


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2 comentários:

Nando Samppaio disse...

O caso da Hipercar narra o episódio que deu origem a esse Blog. Aconteceu comigo.O "Samuca" realmente me mandou "tomar no c...", e nisso, ele foi bem convincente. Como tudo na vida deve ter uma finalidade, fico imensamente grato ao boca-suja por ter provocado em mim o ímpeto da ação. Valeu Samuca!

Marcelo Gentil disse...

É isso aí, Fernando! Parabéns pela iniciativa. O "Palavra de Consumidor" ajuda a ecoar essa nossa indignação com fatos negativos propiciados por empresas que se dizem, inclusive, socialmente responsáveis.